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sábado, 8 de outubro de 2016

TERRORISMO ISLÂMICO

Terrorista tenta matar família de pastor, mas acaba vendo a Jesus

Líder islâmico queria calar ministério de evangelização de muçulmanos
Terrorista tenta matar família de pastor, mas acaba vendo a JesusTerrorista tenta matar família de pastor, mas acaba vendo a Jesus


Al-Rashid era o comandante de um grupo islâmico radical, que desejava converter todos ao Islã e fazer todas as nações submeterem-se ao domínio muçulmano. Depois de ouvir relatórios seguidos de muçulmanos trocando Maomé por Jesus, decidiu criar uma força-tarefa para rastrear os líderes cristãos que eram responsáveis por isso.

O objetivo era fazer esses homens se converterem ao islamismo ou matá-los, caso se recusassem. Foi quando soube que o pastor Paul, um ex-muçulmano que agora liderava um ministério de evangelização em diferentes partes do mundo. De fato, Paul e sua equipe distribuem Bíblias em muitas línguas e ajudam na formação de igrejas domésticas subterrâneas em países onde o evangelho é proibido.

Após acompanhar os passos do pastor, Al-Rashid traçou um plano para matar a família dele e depois sequestrar o líder cristão, forçando-o a voltar para o Islã. Todas as tentativas de levar isso adiante fracassaram. “Nós atacamos várias vezes”, conta o extremista, “mas eles escapavam milagrosamente.”

Certa noite foi até a casa da família pastoral à noite, desejando matar a todos, mas chegando lá viu o que pareciam ser muitos soldados ou homens armados ao redor do local, e por isso desistiu. Depois soube que não havia ninguém do lado de fora da casa naquela noite, o que o deixou intrigado.

Tempos mais tarde, Al-Rashid descobriu que a família do pastor estava passando por necessidades, incluindo falta de alimentação adequada para os filhos. Decidiu enviar uma mulher para entregar uma comida envenenada para eles. Contudo, na metade do caminho ela foi atacada por um cão, ficou seriamente ferida e nunca entregou os pacotes.

Decidiu então enviar uma segunda mulher, que deu chocolate com veneno para os filhos do pastor Paul. Mesmo depois de comer, eles sobreviveram, mas a menina ficou muito doente e foi internada.

“Eu estava assistindo, junto com dois outros homens de longe, para ver se ela morreria no hospital. Nosso plano era sequestrar o corpo dela”, conta Al-Rashid. Foi então que aconteceu algo inesperado.

“Vi uma bola de luz descer do céu e repousar sobre o quarto onde a filha dele estava deitada, inconsciente”, lembra. Sem entender o que estava acontecendo, percebeu claramente que uma mão saiu da bola de luz e tocou a filha do pastor. A menina imediatamente recuperou a consciência e se levantou.

Explica que a imagem daquela mão com um buraco no meio da mão e sangue que escorria dela o impressionou. “Eu tremia de medo”, diz Rashid. “Fiquei tonto e caí.” Depois dessa visão incomum, o líder terrorista passou a ter dificuldades para dormir.

Toda vez que fechava os olhos por muito tempo, lembrava daquela mão. Algumas noites depois, a sombra de um rosto humano apareceu junto com a mão e lhe perguntou por que ele o estava “pregando”. “Eu perdi a minha paz”, recorda Al-Rashid.

Lembrou então que tinha uma Bíblia em seu quarto, que consultava de vez em quando para fazer críticas ao cristianismo e tentar demonstrar a superioridade do Islã. Abrindo ao acaso, seus olhos caíram no texto de João 1: 9-10: “Estava chegando ao mundo a verdadeira luz, que ilumina todos os homens. Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu”.

“Naquele momento eu entendi o que falavam sobre Jesus”, diz ele. Compreendeu que a luz que vira era realmente Jesus, que sangrou por ele quando foi pregado na cruz. Perturbado, Al-Rashid procurou o pastor Paul e contou tudo. Para sua surpresa, recebeu um abraço e ouviu do líder cristão, com lágrimas escorrendo pelo rosto, que estava perdoado.

Naquela noite, Al-Rashid entregou sua vida a Jesus Cristo e nasceu de novo. Agora dedica sua vida para evangelizar muçulmanos que, como ele, estão enganados. Trabalhando com o ministério Bibles for Mideast [Bíblias para o Oriente Médio], hoje conta seu testemunho de como foi alcançado pelo amor de Deus. 
Fonte: noticias.gospelprime.com.br Com informações de Bibles4mideast

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS

Capitão joga refugiados cristãos ao mar para que parassem de orar

por Jarbas Aragão


Episódio aconteceu na travessia de Marrocos para a Espanha.
O capitão de um barco de refugiados está sendo julgado por ter jogado ao mar seis refugiados cristãos, o que resultou na morte deles. O motivo, segundo testemunhas, é que os homens que atravessavam do Marrocos para Espanha, oravam a Deus para que a forte tempestade parasse.

De acordo com Christian Today, o capitão Alain NB, do Camarões, pode pegar até 90 anos de prisão pelo assassinato dos refugiados nigerianos. A justiça da Espanha pede a condenação de 15 anos para cada um dos mortos.

O processo indica que o barco pilotado por Alain, que seria muçulmano, estava tendo dificuldades de atravessar o mar. Os seis refugiados cristãos começaram então a orar em voz alta, pedindo a intervenção de Deus. Um deles seria um pastor e liderou o grupo na intercessão.

O capitão os acusou de piorar a tempestade com suas orações. Juntamente com outros tripulantes, agrediu os homens antes de jogá-los ao mar, onde se afogaram. Até agora penas um corpo foi encontrado na costa de Granada.

Alain NB nega todas as acusações, em especial que o conflito tenha motivação religiosa. Seu advogado afirma que depoimentos de testemunhas são “inconsistentes”. Os promotores, no entanto, alegam que o capitão “estava ciente de que as vítimas não poderiam sobreviver e que iriam morrer, seja por afogamento, frio, ou por causa das lesões físicas que sofreram. Ele estava ciente da baixa temperatura, do mar revolto e a grande distância que estavam da costa, além da ausência de qualquer barco nas proximidades, que poderia resgatá-los”.

Segundo apontam as investigações, faziam a travessia cerca de 50 imigrantes em um barco inflável, que não tinha motor. A embarcação ficou à deriva ao largo da costa de Almería, sul da Espanha. Apenas 29 sobreviventes foram encontrados, alguns dias depois. Vários passageiros morreram ao longo da travessia por causa do mau tempo.

Os números mais recentes mostram que mais de 300.000 imigrantes já cruzaram o Mediterrâneo para a Europa em 2016. Estima-se que 3.000 morreram tentando fazer a travessia. A grande maioria são da Síria, seguidos por pessoas que fogem de guerras no Afeganistão, Iraque e Nigéria.
Fonte: noticias.gospelprime.com.br
Divulgação: Pr. José das Graças Silva Oliveira

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

CRISTÃOS TURCOS TEM JULGAMENTO MANIPULADO

 18 set 2015   TURQUIA

Igrejas são acusadas de manter agenda secreta contra o país
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Em Malatya, uma cidade da Turquia, cinco suspeitos foram julgados pela morte de três turcos, convertidos ao cristianismo, e somente um deles, conhecido por Gunaydin, foi considerado culpado dos assassinatos. Os outros suspeitos fizeram seus apelos de defesa no tribunal, dizendo não terem participado pessoalmente dos crimes.
Um deles revelou: "Quando ele nos disse que seu irmão mais velho e seu pai eram mafiosos, tivemos medo dele. Ele sempre carrega uma faca para onde vai e tem uma personalidade violenta”. De acordo com declarações dos suspeitos, Gunaydin começou a doutriná-los contra os missionários cristãos, incitando-os a acusar as igrejas cristãs de trabalharem contra o Estado turco. Ele também planejava invadir o escritório da igreja a fim de confiscar documentos e arquivos de computador que, segundo ele, iria revelar a "agenda secreta" dos cristãos contra a Turquia e o islã.
Os suspeitos passaram sete anos em uma prisão de alta segurança, e agora, com o resultado do julgamento, foram liberados para prisão domiciliar, equipados com aparelhos eletrônicos de rastreamento. Entre eles havia um militar, também suspeito de participar dos crimes. Ele recebeu prisão perpétua durante os julgamentos iniciais, mas também foi liberado com os demais.
De acordo com Soner Tufan, porta-voz da Aliança das Igrejas Protestantes da Turquia, houve uma manipulação judicial no caso Malatya, e isso tem desanimado as comunidades cristãs e as pequenas minorias da nação. "Gostaríamos de ver estes assassinatos julgados de forma justa. Eles mataram nossos irmãos violentamente, foi um crime de ódio. Tivemos os melhores advogados e eles trabalharam duro para revelar a verdade, mas o julgamento foi injusto." Soner disse ainda que a justiça do homem pode falhar, mas ele acredita que em breve a justiça de Deus vai acontecer.

Fonte:Portas Abertas Internacional