Translate

Mostrando postagens com marcador doenças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador doenças. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O PREÇO DO TABAGISMO

Tabagismo custa R$ 56,9 bilhões por ano ao Brasil

A arrecadação de impostos no país com a venda de cigarros é R$ 12,9 bilhões, o que gera um saldo negativo de R$ 44 bilhões por ano

31 maio 2017, 16h05

Tabagismo: o câncer de pulmão é o quarto motivo de morte relacionado ao tabagismo (Prakash Singh/AFP/AFP)
O Brasil tem um prejuízo anual de R$56,9 bilhões com o tabagismo.
Desse total, R$ 39,4 bilhões são gastos com despesas médicas e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos ligados à perda de produtividade, causada por incapacitação de trabalhadores ou morte prematura.
A arrecadação de impostos no país com a venda de cigarros é R$ 12,9 bilhões, o que gera um saldo negativo de R$ 44 bilhões por ano.
É o que revela o estudo Tabagismo no Brasil: morte, doença e política de preços e esforços, feito com base em dados de 2015 e apresentado hoje (31), Dia Mundial sem Tabaco, pelo Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca), em evento no Rio de Janeiro.
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é a relacionada ao tabagismo que mais gerou gastos aos sistemas público e privado de saúde em 2015, com R$ 16 bilhões.
Doenças cardíacas vem em segundo, com custo de R$ 10,3 bilhões.
Também entraram no levantamento o tabagismo passivo, cânceres diversos, câncer de pulmão, acidente vascular cerebral (AVC) e pneumonia.
Em 2015, o estudo apontou a morte, no país, de 256.216 pessoas por causas relacionadas ao tabaco, o que representa 12,6% dos óbitos de pessoas com mais de 35 anos.
Do total, 35 mil foram por doenças cardíacas e 31 mil por DPOC.
O câncer de pulmão é o quarto motivo de morte relacionado ao tabagismo, com 23.762 casos.
O fumo passivo foi a causa de morte de 17.972 pessoas.
A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, destaca que o tabagismo é a principal causa de mortes evitáveis no mundo.
“O Brasil é um dos pioneiros nessas políticas e os números mostram uma relação direta entre o controle do tabagismo e a redução da prevalência de determinados tipos de câncer, relacionados a esse hábito. São doenças absolutamente evitáveis, é um problema mundial, mas a conscientização acerca dos males relacionados ao tabagismo só vêm aumentando e os governos precisam adotar políticas de Estado, de nação, para efetivamente buscar essas estratégias de redução do uso do tabaco.”
Novas medidas
O estudo fez uma simulação para os próximos 10 anos com a elevação de 50% no preço dos cigarros.
Essa medida evitaria mais de 130 mil mortes, 500 mil infartos, 100 mil AVCs e quase 65 mil casos de câncer, além de ganhos econômicos de R$ 97,9 bilhões com o aumento da arrecadação tributária e a diminuição dos gastos com a saúde e perda de produtividade.
Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, que participou do evento por videoconferência, essa é uma das medidas em discussão no governo.
“Há uma proposta do aumento de 50% no preço dos cigarros, que implicaria em redução do consumo. Mas se houver muito contrabando não teremos o efeito que queremos com o aumento do preço e perdemos o controle da qualidade. Os cigarros contrabandeados representam mais da metade do consumo no Brasil e, evidentemente, não está sob controle da nossa vigilância sanitária”.
Outra medida, segundo o ministro, é proibir os aditivos de sabores ao cigarro, pois, segundo ele, esse é um subterfúgio para atrair adolescentes para o consumo de tabaco.
“Foi uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para proibir os aditivos de sabor ao cigarro. Foi judicializado pela indústria do tabaco e está sob julgamento no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria da ministra Rosa Weber, está com pedido de vista. Temos feito visitas, já fui pessoalmente, e temos insistido com a Advocacia Geral da União para agilizar isso”.
Vigitel
Também foram apresentados hoje os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2016) relacionadas ao tabagismo.
De 2006 a 2016, a prevalência de fumantes na população caiu de 15,7% para 10,2%.
Homens fumam mais do que mulheres em todas as faixas de escolaridade, indo de 17,5% para homens e 11,5% para mulheres com até 8 anos de estudo e caindo para 9,1% dos homens e 5,1% das mulheres com mais de 12 anos de estudo.
Por faixa etária, a prevalência é 7,4% entre jovens com menos de 25 anos e 7,7% entre idosos com mais de 65. A faixa com mais fumantes, 13,5%, é a de adultos entre 55 e 64 anos.
Entre as capitais, Curitiba tem a maior proporção de fumantes (14%), seguida de Porto Alegre (13,6%) e São Paulo (13,2%).
A menor prevalência é em Salvador, com 5,1% de fumantes.
A professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e assessora técnica do Ministério da Saúde, médica Fátima Marinho, que apresentou os dados do Vigitel, explica que o Brasil tem três marcos que contribuíram para a redução do tabagismo: a proibição da propaganda e da glamourização do fumo em 2000, a proibição de fumar em ambientes fechados em 2005 e o aumento do imposto sobre cigarro de 2011 a 2016, aliado à obrigação das imagens de advertência nos maços (2008) e oferta do tratamento para deixar de fumar pelo Sistema Único de Saúde.
Para ela, agora, é preciso uma nova política para seguir reduzindo o consumo.
“Com o avanço na política, o consumo começa a reduzir. Depois começa a estabilizar e a gente precisa de uma media nova. O Brasil era um dos países com o menor preço de cigarro no mundo, e quando mexe no bolso consegue convencer as pessoas a fumar menos, então em 2011 começa essa nova fase com o preço mínimo. A partir de agora precisa de uma nova política, como as que o ministro anunciou.”
Segundo a secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), Tânia Cavalcante, o Brasil é exemplo mundial de combate ao tabagismo, implementando as medidas do tratado.
Uma ação que precisa avançar, segundo ela, é oferecer alternativas aos produtores de tabaco do país.
“Somos o segundo maior produtor, o mais exportador, e temos 150 mil famílias presas nessa cadeia produtiva, dependentes economicamente. O que arrecadamos com o cigarro corresponde a 23% do que gastamos em saúde. Isso é um estudo que ainda subestima o custo, porque não avaliamos o impacto ambiental que essa produção causa, a contaminação por agrotóxico, a saúde do trabalhador que também adoece pelas doenças relacionadas ao tabaco, a poluição das águas, o desmatamento, já que é uma das culturas que mais desmata. Sem contar o custo intangível, que é o sofrimento das famílias e do indivíduo que contrai as doenças e da morte prematura.”
A Organização Mundial da Saúde  (OMS) lançou a campanha Tabaco: uma ameaça ao desenvolvimento, para discutir os impactos socioambientais em todo o planeta gerados pela produção e consumo de produtos derivados do tabaco.
Segundo a OMS, o consumo do tabaco mata mais de 7 milhões de pessoas todos os anos, sendo responsável por cerca de 16% de todas as mortes provocadas por doenças crônicas não transmissíveis.
O custo aos lares e aos governos passa de US$ 1,4 trilhão em despesas com saúde e com a perda de produtividade.
Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/tabagismo-custa-r-569-bilhoes-por-ano-ao-brasil/



terça-feira, 31 de maio de 2016

TABAGISMO E MORTE

HOJE  É O DIA MUNDIAL SEM TABACO
Neste 31 de maio a Organização Mundial de Saúde afirma que, o tabagismo é a principal causa de mortes que, podem ser evitadas no mundo.
Uma das idéias da OMS é que todos os países adotem embalagens padronizadas de cigarros e outros correlatos, e que se mantenha somente o nome da marca.
A sugestão é que se retire das embalagens tudo o que possa ser um apelo ao uso do cigarro como: cores, logotipos, imagens insinuantes e promocionais.
Uma ótima defesa da OMS é que se mantenha nas embalagens somente o selo da Receita Federal e as advertências sanitárias que, advertem contra os malefícios oriundos do tabagismo que, no Brasil é exigência do Ministério da Saúde.
O INCA – Instituto Nacional do Câncer destaca que, o marketing e as embalagens de cigarros cada dia são mais sedutores.
Uma verdade que é muito lamentável, é que, o índice de dependência do tabagismo é mais acentuado nos países onde predominam a pobreza e a classe social média.
No Congresso Nacional do Brasil existem dois Projetos de Lei sobre esse tema, e que aprovados, com certeza serão bênçãos para quem quiser:
    I.     O Projeto de Lei nº 103/2014 propõe que as embalagens contenham apenas a marca e logomarca, sem os elementos gráficos, palavras coloridas, embalagens coloridas, e que se tenha nelas as advertências sobre os prejuízos à saúde causados pelo cigarro.
   II.     O Projeto de Lei chamado de suplementar nº 769/2015 proíbe as propagandas do cigarro e seus derivados, e o uso de propaganda de aromas e sabores nos produtos, e ainda que se tenha um padrão gráfico nas embalagens.
Em 1987 a OMS criou o DIA MUNDIAL SEM TABACO, para alertar que o cigarro é causa de muitas doenças como câncer, enfisema pulmonar, bronquite, asma, doenças cardíacas, neuroses, e outras que, causam 600.000 mortes de fumantes passivos (pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes) e que, evitando a dependência do tabagismo, todos estes malefícios podem ser evitados.
O tabagismo está entre as principais causas de mortes no planeta com os seguintes dados:
·         63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis.
·         85% das mortes por DPOC Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
·         30% de mortes relacionadas ao câncer de pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, etc.
·         25% das mortes por doenças coronarianas.
·         25% das mortes por doenças cerebrovasculares.
Se você que está lendo esta postagem, é fumante e até dependente do tabagismo, saiba que, poderá ser uma das próximas vítimas dele, porque segundo a OMS, se continuar como está, o mundo registrará mais de 8.000.000 (oito milhões) de mortes a partir de 2030. Você poderá estar fazendo parte desta estatística.
Então, que tal tomar uma decisão que possa libertá-lo dos tristes consultórios de DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, e melhor ainda: Prorrogar um pouco mais e quem sabe até muitos anos à sua vida! Esta decisão só pode ser uma: ABADONAR O TABAGISMO!
Desejo-lhe sortes nesta empreitada.

Obs.: Dê um click duplo na imagem ilustrativa do texto, para vê-la legivelmente

Finte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/



quinta-feira, 26 de maio de 2016

TABAGISMO

Tabagismo: um vício silencioso 

Hospital do Coração apoia campanha de conscientização da Organização Mundial da Saúde (OMS) em prol do controle do fumo e do tabagismo passivo. 
As altas prevalências de fumantes e a mortalidade decorrente das doenças relacionadas ao cigarro fazem do tabagismo um problema de saúde pública. Estima-se que, em todo o mundo 1,3 bilhão de pessoas são fumantes; destes 20,1 milhões são brasileiros. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os dados são mais assustadores: por ano, quase 6 milhões de pessoas morrem devido ao fumo, sendo que 600 mil são fumantes passivos. Se nada for feito, a previsão é que, a partir de 2030, mais de 8 milhões de pessoas morram anualmente.
 
Ao longo dos anos, diversas campanhas de conscientização veem sendo realizadas no Brasil e no mundo. Na próxima terça-feira, 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco, a Organização Mundial da Saúde (OMS) visa destacar os riscos à saúde e instituir regulamentações eficazes que reduzam o consumo do cigarro. A campanha deste ano apela para a padronização das embalagens de produtos do tabaco e seus derivados. Essa medida propõe a restrição do uso de cores, elementos gráficos e informações promocionais nos maços de cigarros.
 
A psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração, em São Paulo, ressalta que a padronização das embalagens do cigarro pode apresentar uma efetividade importante no controle do tabagismo, uma vez que não chama a atenção do jovem para buscar o cigarro. "Sabe-se o quanto as embalagens chamativas podem levar o jovem a saciar sua curiosidade em conhecer determinado produto, principalmente porque, nos pontos de venda, eles são colocados em pontos estratégicos, como perto de doces, balas, chocolates entre outros. Pesquisas mostram que toda forma de restrição estabelecida para o cigarro ajuda a diminuir sua iniciação e prevalência”, diz.
 

A dependência
 



A nicotina é a grande responsável pela dependência. Ela estimula a produção de dopamina e serotonina, causando a sensação de prazer. Poucos segundos após a inalação da fumaça, a nicotina chega ao pulmão e, dele, atinge o sistema circulatório e o cérebro. Em menos de uma hora, o corpo sente a falta desta substância, o que leva o indivíduo a querer fumar ainda mais. 
“As mais de 4.700 substâncias tóxicas existentes no cigarro são extremamente prejudiciais à saúde. O consumo do tabaco está associado a 30% das mortes por câncer, sendo mais de 90% deles de pulmão, 25% dos casos de infarto agudo do miocárdio e quase metade dos derrames cerebrais”, pontua João Marcos Salge, pneumologista do Hospital do Coração.
 

Benefícios de parar de fumar
 

  • Após 20 minutos a pressão e a pulsação já normalizam; 
  • Em 2 horas já não há mais nicotina circulando no sangue; 
  • Entre 12 e 24 horas os pulmões já funcionam melhor; 
  • Após 1 ano o risco de morte por infarto cai pela metade; 
  • Entre 5 e 10 anos o risco de enfarte será igual ao de uma pessoa que nunca fumou. 


Controle do Fumo do Hospital do Coração
 

O Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração mantém uma equipe de psicólogos e médicos de diferentes especialidades que oferece um tratamento com duração de nove sessões individuais distribuídas em três meses de acompanhamento. Ao longo do tratamento, os fumantes são medicados, de acordo com as suas respectivas necessidades, e acompanhados por terapia psicológica com o objetivo de tratar a dependência física e emocional do cigarro. 


Informações para Imprensa
 

Target | Estratégia em Comunicação 

Assessoria de Imprensa Hospital do Coração
Rita Nogueira – rita@targetsp.com.br
 
Acácia Paes – acacia@targetsp.com.br
 
Ricardo Costa – ricardo@targetsp.com.br
 
Tel.: (11) 3063-0477
 

Sala de imprensa
 
Target
 
Empresa
 
TARGET ASSESSORIA DE COMUNIC. S/C LTDA.
 
Contato
 - Acácia Paes 
E-mail
: acacia@targetsp.com.br 
Fone
  (11) 30630477 
Editoria (s)
 
Saúde

Fonte:http://www.maxpressnet.com.br/

Obs.: Os grifos são meus. Gostaria de agradecer a maxpress por liberar essa postagem para compartilhamento. Assuntos que abençoem a comunidade, precisam ser compartilhados. 
Todos os créditos pertencem a Maxpress. O único acréscimo que fiz, foi a figura ilustrativa.




sábado, 12 de setembro de 2015

A ARTE DE NÃO ADOECER

PARA NÃO ADOECER
"A arte de não adoecer"
Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.
Fonte: Dr. Dráuzio Varella

Obs.: Sou um grande admirador do Dr. Dráuzio Varella, e esta palavra dele nesta postagem é maravilhosíssima, porque ele é competente e  sabe o que está falando.


sexta-feira, 10 de abril de 2015

MATAM MAIS QUE GUERRAS

ÁGUA E ALIMENTOS QUE MATAM

Resultado de imagem para Higienizando alimentosNo dia sete de abril  comemora-se o Dia Mundial da Saúde e neste ano o tema foi o grande número de mortes provocadas pela ingestão de água e alimentos contaminados.
A Organização Mundial de Saúde afirmou em reunião no Dia Mundial da Saúde que, milhares de pessoas a cada ano tornam-se vítimas de doenças introduzidas no corpo através da boca.
Estatísticas do órgão informam que, há pelo menos 22 tipos de doenças provocadas por alimentos, e que em 2010 houve 582.000.000 de casos registrados. 
Para se ter uma ideia da profundidade do problema, segundo o IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, a projeção para a população do Brasil em 2015 é de pouco mais de 204.000.000 de habitantes. 
Desta maneira, os casos registrados de pessoas contaminadas pela ingestão de alimentos no mundo, por ano, é mais de duas vezes e meia a população do Brasil. 
As enfermidades apresentam-se de formas variadas como uma simples diarreia até o complicado cancro. 
Sabe-se, também, que,  devido ao uso de variados defensivos  e venenos perigosos nas plantações agrícolas, muita gente tem sido vítima de câncer originado da ingestão de alimentos.
São doenças oriundas de alimentos como carnes, frutas e legumes contaminados por fezes de animais e até de seres humanos.
São alimentos cujo conteúdo contém ingredientes produzidos em vários países.
Estamos vivendo em pleno  Século XXI e mesmo assim, as bactérias,  vírus, parasitas e produtos químicos, que tem contaminado a água e os alimentos, causaram em 2010 uma assustadora estatística de mortes. Vejamos:
-As bactérias do gênero Salmonella transmitidas pela contaminação de fezes de animais mataram 52.000 pessoas.
-A Escherichia Coli que é uma bactéria proveniente de fezes humanas e também de animais mataram 37.000 pessoas.
-O Norovírus proveniente de alimentos crus e água contaminada matou 35.000 pessoas.
O Sudeste da Ásia e a África foram os campeões desta estatística ruim.
O dado mais preocupante e triste desta estatística é que 40% das pessoas que passaram pelos problemas de saúde e mortes eram crianças de até cinco anos de idade.
Margareth Chan, diretora geral da OMS identificou como culpada dessa tragédia que mata mais pessoas do que algumas guerras o processo de industrialização e distribuição globalizada.
Sra. Margareth sugere uma tomada emergencial  de medidas de segurança local, e que as mesmas passem, também, a ser uma preocupação internacional .
Esta palavra da Organização Mundial de Saúde deve ser um alerta para todos nós, de que devemos ter muito cuidado com o que usamos para nossa alimentação e de nossas famílias.
É também um alerta sobre o cuidado que devemos ter com os importados que usamos em nossa alimentação, dos nossos filhos e família em geral.
Para quem vive, como nós, em país onde os governos consomem grande parte dos recursos na corrupção e para o enriquecimento ilícito, e por isso o sistema da saúde é um caos e está falido, o cuidado tem que ser dobrado.
Para a família isso deve ser uma questão de conhecimento, consciência e determinação sobre o que deve ou não fazer parte de nossas mesas cotidianas, então, ame-se a si mesmo e a sua família cuidando dessa questão simples e importante para todos em casa.

Fontes: http://observatorio3setor.com.br e http://noticias.ambientebrasil.com.br
           http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

TABAGISMO, CÂNCER E MORTE

O TABAGISMO E A MULTIPLICAÇÃO DE CÂNCER NOS PRÓXIMOS 20 ANOS
























"Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas  travessuras!" Eclesiastes 7:29
Muitos fumantes não levam a sério os alertas de todos os lados, feitos pela medicina e divulgados por todos os órgãos midiáticos da atualidade, e daqui a pouco tempo estarão fazendo parte de uma estatística de doentes nos hospitais, reclamando das autoridades constituídas, do sistema de saúde, e talvez até de Deus.
Fiquei estarrecido ao ler esta semana sobre o relatório dado pela AGÊNCIA INTERNACIONAL PARA A PESQUISA EM CÂNCER - IARC - sigla inglesa, descrevendo como crescerá o número de casos de câncer no mundo nos próximos 20 anos, que deverá aumentar em 50%.
Em 2012 foi divulgado o último dado disponível sobre o câncer que apontou 14.000.000 de portadores com a doença. A Agência divulgou que esses 14 milhões passarão para 22 milhões de registros anuais até 2020.
É estarrecedor, também que o número de mortes em 2012 que foi de 8.200.000 casos será de 13.000.000 em 2020.
Fiquei imaginando um portador de câncer, precisando de tratamento e remédios, num país igual ao Brasil, onde a preocupação com a saúde sempre fica esquecida nos palanques políticos, para voltar somente depois de quatro anos de sofrimentos da população. 
Não é por mera coincidência que no Brasil e toda a América do Sul e ainda   na África, Ásia e Américas Central concentram-se 60% dos casos de câncer e 70% das mortes provocadas por ele.
Os casos de câncer estão assim distribuídos: Câncer de pulmão 1.800.000 casos (13% do total); Câncer de mama 1.700.000 casos (11,9% do total); Câncer no intestino grosso 1.400.000 casos (9,7% dos casos).
No mundo o câncer de pulmão  matou em 2012 um total de 1.600.000 pessoas; o câncer de fígado matou 800.000 pessoas.
A Agência Internacional Para a Pesquisa em Câncer - IARC, juntamente com a Organização Mundial de Saúde - OMS recomendam como prevenção desta doença,  medidas que combatam a pobreza, o sedentarismo, a obesidade e principalmente o tabagismo, sendo este último o principal responsável pelos tumores malignos no pulmão.
No dia 04/02/2014 o  Instituto Nacional do Câncer - INCA, divulgou um dado alarmante, dizendo que  o Brasil registrará 576.580 novos casos de câncer   este ano
Nos dados do INCA estão incluídos câncer  de pele  que poderá chegar a 182.000 casos, e de próstata (em homens) 69.000 casos, de mama (em mulheres) 57.000 casos, de cólon e reto 33.000 casos, pulmão 27.000 casos, de estômago 20.000 casos e de útero 15.000 casos.
O relatório do Ministério da Saúde registra que em termos de saúde a primeira causa de morte no Brasil são doenças cardiovasculares e a segunda o câncer.
No Brasil em 2010 o câncer matou 176.098 pessoas, em 2011 matou 184.384, a estimativa para 2013 era de 518.510 mortes. 
Eu fiquei imaginando, se o relatório abrangesse doenças como Enfisema Pulmonar e algumas doenças cardíacas, com certeza, muitos que soubessem ficariam assustados, porque o número de casos e de mortes chegaria a milhões. 
Creio que quase não existam famílias em nossos dias que não tenham perdido ou estejam perdendo alguma pessoa querida, vítima do tabagismo, seja por câncer, por enfisema pulmonar ou doenças cardíacas.
Se você é um fumante, reflita nestes dados. Ainda pode ser tempo de parar. Poderá chegar um momento que tenha vencido o vício, mas tarde demais.

Fonte: O Estado de São Paulo e http://saude.terra.com.br/




quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

"OBESIDADE SAUDÁVEL?"

Excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, segundo pesquisa

4/12/2013 14:28
Por Redação, com BBC - de Londres
Os cientistas argumentam que os 'gordinhos', apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo
Defendida por uma corrente de endocrinologistas e nutricionistas, a ideia de que um indivíduo com sobrepeso possa ser um ‘gordinho saudável’ não passa de um mito, segundo uma nova pesquisa. O estudo, conduzido por cientistas canadenses com mais de 60 mil pessoas, mostrou que o excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, mesmo quando os níveis de colesterol, pressão arterial e açúcar são normais.
Divulgada na publicação científica Annals of Internal Medicine, a pesquisa analisou resultados de mais de 1 mil outros estudos publicados sobre o tema.
Os pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Toronto, terminaram por contradizer a máxima de que o excesso de peso não implicaria necessariamente em riscos para a saúde desde que os indivíduos se mantivessem saudáveis de outras maneiras.
Mito
O levantamento concluiu que pacientes com sobrepeso cujo coração foi monitorado por mais de 10 anos não apresentaram qualquer melhora na saúde.
Os cientistas argumentam que os ‘gordinhos’, apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo.
Responsável pelo estudo, Ravi Retnakaran disse à agência britânica de notícias BBC: “Nossos resultados realmente colocam em dúvida a existência desse conceito obesidade saudável”.
- Os dados sugerem que tanto os pacientes que são obesos e metabolicamente doentes quanto os que são obesos, mas metabolicamente saudáveis têm risco elevado de morte por doenças cardiovasculares. Nesse sentido, a ‘obesidade saudável’ pode ser considerada um mito.
A Fundação Britânica do Coração diz que a obesidade é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares e as pesquisas mostram que não há nível saudável de obesidade.
Para a enfermeira chefe de doenças cardíacas Doireann Maddock, “mesmo se os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue estiverem normais, a obesidade ainda pode colocar o coração em risco”.
Ela destaca a necessidade de uma mudança no estilo de vida em detrimento de uma preocupação exagerada com os fatores de risco individuais.
- Além de acompanhar seu peso, se você parar de fumar, começar uma atividade física regular e mantiver a pressão arterial e o nível de colesterol a um nível saudável, você pode fazer uma diferença na redução de seu risco de doença cardíaca.
- Se você está preocupado com seu peso e quer saber mais sobre as mudanças que você deve fazer , marque uma visita com o seu médico.