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quinta-feira, 7 de julho de 2016

SEXO: IDEOLOGIA DE GÊNERO

IDEOLOGIA DE GÊNERO, O QUE É ISSO?
Este é um assunto muito atual e tem causado muita confusão na cabeça de muita gente.
Elegemos os nossos "representantes" na política, para aprovarem leis completamente contrárias às convicções que temos.
As eleições estão chegando, e diante de tudo o que estamos presenciando, nem sei se vale a pena votar em alguém
Além da corrupção que assola o país, todo o dinheiro que deveria estar servindo, para oferecer melhor saúde, segurança, moradia, educação, está indo para as contas de grandes empresários e dos políticos envolvidos em propinas e todos os tipos inimagináveis de falcatruas.
E se não bastasse, muitas leis que estão procurando aprovar, são contra a família, contra as nossas convicções religiosas, contra a honestidade política em todos os níveis desde o municipal até o federal.
Muitas aberrações estão por vir através de aprovação de leis em nosso país.
Creio que muitas delas, são para tirar a atenção da roubalheira e falcatruas para manter corruptos no poder.
Gostaria que você assistisse todo o vídeo da Dra. Damaris, porque nele ela fala de muitas leis que veremos aprovadas nos próximos anos.
O texto bíblico abaixo, escrito pelo meu amigo e mentor apóstolo Paulo é uma boa orientação para todos nós cristãos nesta hora de horrores:
 16 Portanto, vos afirmo: Vivei pelo Espírito, e de forma alguma satisfareis as vontades da carne! 
17 Porquanto a carne luta contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne. Eles se opõem um ao outro, de modo que não conseguis fazer o que quereis. 
18 Contudo, se sois guiados pelo Espírito, já não estais subjugados pela Lei.
 19 Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; 
20 idolatrias e feitiçarias; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e 
21 inveja; embriaguez, orgias e tudo quanto se pareça com essas perversidades, contra as quais vos advirto, como já vos preveni antes: os que as praticam não herdarão o Reino de Deus!

 22 Entretanto, o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, 
23 mansidão e domínio próprio. Contra essas virtudes não há Lei. 24 Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. 
25 Se vivemos pelo Espírito, andemos de igual modo sob a direção do Espírito. 
26 Não nos tornemos arrogantes, provocando-nos uns aos outros e tendo inveja uns dos outros. Gál. 5:16-25
Que Deus nos abençoe.
Fonte do vídeo: https://youtu.be/ieAI34fmhDY

sexta-feira, 24 de maio de 2013

EDUCAÇÃO: OU ABERRAÇÃO?

AONDE QUER CHEGAR  O SISTEMA DE EDUCAÇÃO BRASILEIRO?
Por começar a descrer na Educação Brasileira, observando o  que o PT e demais políticos querem nos enfiar a qualquer custo, resolvi postar esse vídeo que denuncia:
  • Fazendas de Turismo do sexo com animais no Brasil.
  • Escolas ensinando como usar drogas na vida diária infantil e juvenil sem "problemas".
  • Ensino sobre como começar  a vida sexual com 2 a 3 anos de idade.
  • Erotização das crianças!
  • Mudança na Lei sobre o Estupro!
  • Ensino de práticas homossexuais masculinas para crianças de 2 a 3 anos de idade.
  • Ensino de práticas de lesbianismo para crianças de menos de 5 anos de idade!
  • Ensino de práticas do sexo anal para crianças de até 5 anos de idade!
  • Ensino de práticas do sexo oral para crianças de até 5 anos de idade!
  • Legalização da prática do ato sexual da menina aos 12 anos de idade.

Na lei em vigor, homem praticar o ato sexual com menina até 14 anos de idade é crime de estupro. 
Estão querendo aprovar um projeto de lei em Brasília, no qual a idade do ato sexual de homem com menina, para ser considerado estupro, passará de 14 para 12 anos de idade da menina. 
Não querem baixar a maioridade penal, para que adolescentes sejam punidos pelos seus crimes, mas querem baixar a idade da menina para  que o estupro sofrido por ela, seja considerado estupro a partir dos 12 anos de idade. 
O ato sexual de "tarados", com meninas de 12 anos de idade para cima, deixa de ser estupro, e, provavelmente deixa de ser pedofilia.
  • Isso é a legalização da pedofilia no Brasil!
  • Incentivo ao turismo sexual usando menores.


Você ficará desnorteado com o que verá neste vídeo!
Eu espero que todos os cristãos que assistirem a este vídeo, tenham mais cuidado com os seus filhos menores de idade, que estão estudando. 
Procurem descobrir o que eles estão aprendendo, o que eles estão trazendo da escola dentro das bolsas.
Não deixem de ver, inclusive o celular, para ver o que estão gravando nas escolas, seja algo em voz ou em vídeo.
Conversem com os seus filhos sobre todos estes assuntos que a nossa irmã "escancara" neste vídeo.  É possível que os nossos filhos já estejam sofrendo estas agressões aprovadas pelo MEC administrado pelo governo do PT.
Não uso em minhas postagens uma linguagem identificando "governo tal", mas fiquei tão alarmado, indignado e escandalizado com o que ví neste vídeo, que não creio em mais nada vindo desse governo do PT. 
Se o que a Pra. Damares fala fosse algo enganoso, ela já estaria presa a muito tempo e o vídeo não estaria em circulação.
Creio que os proponentes desse tipo de educação estão fazendo festa, pensando que tudo isso acaba por brindá-los, divulgando essas idéias diabólicas.
Mas, para nós, cristãos, é um grande alerta sobre o cuidado que precisamos tomar, e se for preciso, temos que ir às ruas protestar contra estas aberrações.
Como o governo atual tem o prazer em pisar, rasgar, borrar e desfazer das leis constituídas e escritas por homens honrados do passado, que coroam a História do Brasil!
Os prédios escolares estão caindo aos pedaços!
Estudantes oriundos das escolas do interior, e até mesmo das capitais brasileiras, quando chegam  à faculdade, não sabem ler e escrever, sentem-se mais do que incapazes em disciplinas como física, matemática, química, etc.
E tudo isso porque no lugar de o governo preocupar-se e investir na qualidade do ensino, o seu objetivo é mais do que obscuro.
Do jeito que as coisas estão sendo enfiadas "de garganta à baixo", não vai demorar, veremos cartilhas orientando os educadores a praticar atos sexuais com os seus alunos quase recém-nascidos, para ensiná-los sobre a vida sexual do menino e da menina.

Fonte: YouTube
Postado por Pr. José das Graças Silva Oliveira


quarta-feira, 9 de março de 2011

Igreja Católica suspende 21 padres nos Estados Unidos


Igreja Católica suspende 21 padres nos Estados Unidos
O cardeal Justin Rigali admitiu que os casos de abusos sexuais de crianças “abalaram a confiança” na Igreja CatólicaGregory A. Shemitz, EPA

Os resultados de um inquérito apreciado por um grande júri levaram ontem a arquidiocese de Filadélfia, nos Estados Unidos, a suspender 21 padres por suspeitas de abusos sexuais de menores. A hierarquia católica manifesta a esperança de que os seus “esforços” “ajudem a reconstruir” uma “confiança abalada”, mas as organizações que representam vítimas de pedofilia no seio da Igreja criticam a ausência de rapidez e de “transparência”.

A última investigação a alegações de abusos sexuais de crianças na arquidiocese de Filadélfia prolongou-se por dois anos – foi o segundo inquérito do género desde 2005. Em fevereiro, o relatório de um grande júri identificava 37 padres católicos que continuavam a exercer a sua atividade apesar da existência de indícios credíveis de práticas pedófilas. Após a divulgação dos resultados das diligências, o cardeal Justin Rigali, arcebispo daquela cidade norte-americana, prometia levar a sério a exigência de alterações profundas na forma como a hierarquia lidara, até então, com casos de abusos.

Vinte e um padres, cujos nomes não foram revelados, veem agora suspensas as suas funções. Três sacerdotes nomeados pelo grande júri haviam sido suspensos logo após a deliberação. O relatório nomeou mais cinco padres. Contudo, um deles encontra-se de licença, dois estão “incapacitados” e sem exercerem “ministério ativo” e outros dois deixaram de praticar o sacerdócio na arquidiocese, pertencendo a uma ordem religiosa que não foi identificada. Os restantes oito foram ilibados das acusações.

“Estas foram semanas difíceis, desde a publicação do relatório do grande júri, difíceis, acima de tudo, para as vítimas de abuso sexual, mas também para todos os católicos e para todas as pessoas na nossa comunidade”, afirmou o arcebispo Rigali numa nota ontem publicada. 

“Reconstruir a confiança”

Um primeiro inquérito, conduzido em 2005, concluíra pela existência de indícios claros de abusos sexuais de menores cometidos por 63 padres católicos. Por outro lado, ficou demonstrado que a hierarquia optou sempre pela transferência dos sacerdotes suspeitos para outras paróquias e dioceses dos Estados Unidos. Por determinação da arquidiocese de Filadélfia, foi instituído um painel para analisar as queixas. Mas o relatório publicado em fevereiro passado estabelece que esse expediente teve por objetivo proteger a Igreja em prejuízo das vítimas.

Na resposta à deliberação do grande júri, o cardeal Justin Rigali encarregou a antiga procuradora de Filadélfia Gina Maisto Smith, especialista em casos de pedofilia, da reavaliação de todas as queixas apresentadas contra padres em exercício. Uma inversão de comportamento que mereceria elogios por parte do procurador Seth Williams: “As ações do cardeal Rigali são tão louváveis como inéditas e refletem a sua preocupação com o bem-estar físico e espiritual daqueles que estão sob o seu cuidado. Apreciamos que a arquidiocese tenha reconhecido o valor do relatório e considerado correto dar alguns dos passos exigidos pelo grande júri”.

Num pedido público de desculpas, o cardeal Justin Rigali admitiu que os casos de pedofilia “abalaram a confiança” de “muitas pessoas” na Igreja. “Rezo para que os esforços da arquidiocese no sentido de tratar destes casos de preocupação e reavaliar a nossa forma de lidar com alegações ajudem a reconstruir essa confiança”, sublinhou.

“Um ato de desespero”

Nada comovidas com as palavras do arcebispo, as estruturas que assumem a defesa das vítimas de abusos condenam a demora da reação às alegações. Desde 2002, quando o escândalo de pedofilia da Igreja Católica dos Estados Unidos rebentou na arquidiocese de Boston, centenas de padres foram afastados de funções públicas ou mesmo banidos do sacerdócio. A hierarquia de Filadélfia esperou até 2011 para agir.

Em declarações citadas pela Associated Press, Terence McKiernan, da organização Bishop Accountability, sublinha o facto de a suspensão dos 21 padres ter sido “forçada pelo relatório do grande júri de Filadélfia”. Trata-se, segundo o ativista, de “um ato de desespero e não de transparência”: “Em Filadélfia, foi preciso indiciar um responsável católico para que a arquidiocese começasse, finalmente, a respeitar as suas próprias políticas. Não temos razões para acreditar que Filadélfia seja incomum. Noutras dioceses dos Estados Unidos, padres credivelmente acusados continuam no ministério e os painéis de revisão estão a proteger padres em vez de protegerem crianças”.

Também Peter Isely, da Survivors Network of those Abused by Priests, considera que o cardeal Rigali foi lento a decidir. Pela “simples razão de que dezenas de abusadores de crianças acusados de forma credível foram irresponsavelmente mantidos durante anos em paróquias insuspeitas, ao invés de serem prontamente suspensos”. “Foi porque Rigali e os seus assessores de topo assim o quiseram”, conclui.

Fontehttp://www0.rtp.pt/noticias/?t=Igreja-Catolica-suspende-21-padres

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

ABUSOS DE CRIANÇAS

Vaticano ignora investigação sobre abusos de crianças

Vaticano ignora investigação sobre abusos de criançasBispo acusa Roma de não colaborar com o inquérito aos "vergonhosos" casos de pedofilia cometidos por 46 padres da Arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004.
O bispo auxiliar de Dublim, Eamonn Walsh, acusou ontem o Vaticano de não querer colaborar nas investigações sobre os abusos sexuais de crianças que ocorreram na arquidiocese de Dublim, entre 1975 e 2004. "Estou muito desapontado e surpreendido com a falta de resposta" de Roma, disse o bispo, citado pela agência de notícias Bloomberg.
O desabafo (a título pessoal) daquele responsável católico mostra as profundas feridas que o caso dos abusos está a provocar na Irlanda e em toda a comunidade católica. Segundo um relatório oficial divulgado anteontem, a Igreja irlandesa e o Estado encobriram crimes cometidos por padres e dos quais tinham conhecimento, preferindo evitar o escândalo, mesmo que à custa das vítimas.
Tudo indica que o Vaticano não forneceu dados vitais que devia ter na sua posse. Na investigação oficial dos abusos e respectivo encobrimento, foram pedidas informações à Congregação para a Doutrina e a Fé, o poderoso organismo da Igreja responsável pela pureza ideológica do catolicismo. Estas informações diziam respeito a elementos que Dublim enviara para o Vaticano sobre os abusos sexuais dos seus padres.
O Vaticano respondeu ao Ministério dos Negócios Estrangeiros irlandês, dizendo que o pedido de informação não seguira as vias diplomáticas. Por isso a comissão que investigou os abusos solicitou os relatórios ao núncio papal em Dublim. Não houve resposta.
A título oficial, o Vaticano não comentou o caso de abusos sexuais, dizendo apenas que se tratava de um assunto da igreja local. A arquidiocese de Dublin já fez mea culpa. O arcebispo Diarmuid Martin afirmou na quinta-feira que o mal causado às crianças não poderá jamais ser reparado. "Apresento a cada um dos sobreviventes as minhas desculpas, o meu desgosto e a minha vergonha pelo que se passou", disse o arcebispo.
O número de vítimas será no mínimo de 320. Só um dos 46 padres investigados abusou de mais de cem crianças. O relatório da Comissão de Investigação sobre a Arquidiocese de Dublim, conhecido por relatório da comissão Murphy, acusa quatro antigos arcebispos de Dublim (todos falecidos e o arcebispo Martin não incluído) de não terem denunciado à polícia abusos sexuais de que tinham conhecimento.
Em Maio fora publicado outro relatório (de nome Ryan) que já tinha chocado profundamente a Irlanda. No actual caso, prova-se o encobrimento das autoridades dos crimes cometidos por 46 padres, que geralmente foram apenas transferidos de paróquia. Apenas 11 dos 46 suspeitos se consideraram em tribunal culpados de abusos sexuais. A maior parte das queixas veio de rapazes.
Dos 11 padres que pertenciam a ordens religiosas, sete ainda estão vivos, dois deles sem qualquer restrição na sua existência. Dos 34 da Arquidiocese de Dublim, 24 estão vivos, 11 deles suportados pela diocese, mas vivendo sob restrições. 


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