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quinta-feira, 10 de março de 2011

Novo conceito para a camisinha


Com mais de uma década após a sua criação, preservativo feminino entra na segunda geração e foca vulnerabilidade da mulher  


A nova consciência feminina de preservar-se sempre, durante o ato sexual, seja no intuito dos auto-cuidados, a fim de evitar contágios de Doenças Sexualmente Transmissíveis- DSTs (como HPV , hepatite B e HIV/Aids), seja para evitar uma gravidez indesejada, passa há mais de uma década também pelo uso do preservativo feminino.


Embora, a princípio, tenha sido vista com bastante estranheza, a camisinha feminina hoje já recebe uma conceituação mais abrangente, dando à mulher autonomia e liberdade, para não ficar à mercê de um possível parceiro inconsciente.



A distribuição do produto destinado às mulheres, no momento bem mais reduzida do que a do preservativo masculino (desde o ano 2000 até 2010, a dispensação gratuita da camisinha feminina, no Brasil, alcançou a casa de 16 milhões), há alguns anos passou a ser melhor avaliada. Isso ocorre, sobretudo, porque as mulheres mantêm um comportamento ainda mais tradicional, em termos de ceder às solicitações masculinas quando eles não entendem a importância de se preservarem, assim como sua parceira sexual.



Sexo seguro



A adoção do sexo seguro é uma premissa para uma vida mais saudável, sem a exclusão de uma dimensão importante dela, que é a sexualidade. 



Conforme a psicóloga e sexóloga Rose Villela, ainda que nos dias atuais se fale abertamente sobre sexo e sexualidade, o tema é tabu e a repressão feminina, um fato. A falta de compreensão e diálogo continua levando as mulheres a crescerem sem conhecimentos básicos sobre sua própria sexualidade, revela.



"Se, para os meninos o assunto já é tabu, para muitas meninas ele é proibido. A perpetuação desse discurso, por anos e anos, estigmatizou o sexo como algo indevido e sujo, principalmente, entre as mulheres", diz.



Villela, que é especializada em terapia reichiana, admite que por muito tempo as mulheres se preocuparam apenas em "servir" aos seus maridos e, com isso, já se mantinham submissas à suas vontades. "Se uma mulher exigisse de seu parceiro o uso da camisinha, poderia ser rotulada como infiel", destaca, lembrando sempre ter havido preconceito associado à necessidade de demonstrar um amor e confiança absoluta no parceiro.



Mesmo com o espaço social conquistado pelas mulheres, diz Villela, ainda se identifica a mesma dificuldade entre elas de negociarem o uso da camisinha com seus parceiros, admite.Continua na página 2


Mudanças



95% dos casos de Aids identificados em mulheres brasileiras, somente no ano de 2009, foram decorrentes de relações heterossexuais desprotegidas (sem o uso de preservativos).

A verdadeira solução para este problema: A Palavra de Deus

É mais fácil de entender, de colocá-la em prática, sendo também de menor custo  e está disponível para todos. 

A Bíblia revela claramente que o sexo é criado por Deus, que é bom, desde que seja praticado dentro das orientações que Ele nos dá em Sua palavra.

Sexo fora do casamento é prostituição e adultério. Por isso é pecado e traz consigo grandes consequências: a destruição de famílias, a perda do pudor e da vergonha e a aquisição de doenças como as citadas nesta postagem e outras.

Camisinhas femininas não dão autonomia e liberdade a nenhuma mulher. Somente aumenta a sua rebeldia à voz divina registrada em Sua palavra.

Sexo seguro é aquele praticado dentro das orientações divinas, para a multiplicação da raça humana e para cumprir os propósitos de Deus. "E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra!"
(Gên. 1:26-28).

Não podemos "ver o  sexo como algo indevido e sujo, principalmente, entre as mulheres", como muitos o vêem, inclusive muitos evangélicos despreparados e desconhecedores da Palavra de Deus.

A melhor proteção para a prática do sexo seguro é a orientação da Palavra de Deus. É fazê-lo dentro dos parâmetros bíblicos. É bom! É melhor! Não traz resultados negativos! Não leva o seu praticante a uma consciência de condenação e arrependimento!


quinta-feira, 3 de março de 2011

Revista divulga foto em 3-D do vírus da Aids Confira mais imagens espetaculares


Rio - A revista Science, reconhecida mundialmente pelas principais publicações científicasdo mundo, divulgou as imagens vencedoras de um concurso das melhores imagens em 2010, que retratassem a ciência como forma de arte.

Uma das vencedoras foi a imagem em três dimensões (3-D) do vírus causador da Aids, o HIV. Outra imagem retrata um vírus atacando a bactéria Escherichia coli, causadora de doenças como a infecção urinária.

Confira as imagens
Foto: Divulgação
Vírus HIV em formato 3-D | Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Vírus ataca a bactéria E. coli | Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Milhões de moléculas se reorganizam em uma superfície | Foto: Divulgação

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Feminização da Aids

                                



Na próxima sexta-feira começa o Carnaval, quando o país parece parar no tempo. Tudo se volta para a festa profana. Mas a alegria de alguns é a preocupação de outros. E na ocasião surgem as campanhas que visam alertar para o exagero no consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas, a velocidade nas estradas e, como não poderia deixar de ser, o sexo inseguro. Neste ano o alvo da campanha do Ministério da Saúde são os jovens de até 24 anos, mas principalmente do sexo feminino. Serão para elas os spots, jingles e outras mensagens via meios de comunicação. O objetivo é evitar a chamada feminização da epidemia, ou seja, o número crescente de casos de soropositivas entre as brasileiras mais jovens.
Segundo dados oficiais, a cada 8 meninos de 13 a 19 anos contaminados com o vírus HIV, há 10 meninas dessa faixa etária na mesma situação. Em estados como a Paraíba, por exemplo, havia 4 garotos e 15 meninas contaminados no ano de 2009. No Rio de Janeiro, no mesmo ano, foram registrados 54 meninas e 28 meninos soropositivos. Por isso o Ministério as elegeu como foco principal de uma campanha que visa incentivar o uso da camisinha, até hoje a única barreira cientificamente comprovada capaz de evitar a transmissão do vírus por meio da relação sexual. E para garantir o uso do preservativo o órgão anunciou a distribuição de 84 milhões de camisinhas, o que representa 26 milhões a mais que no ano passado.
Apesar de mais informada - e as fontes de informação são inúmeras - esta geração de jovens ignora o preservativo, mesmo conhecendo todos os riscos e maneiras de contaminação da doença. Além do sentimento de invencibilidade comum nesta faixa etária, no caso das meninas a camisinha é deixada de lado tão logo o relacionamento pareça "estável". Dados do Ministério da Saúde mostram que 60% dos jovens usam a proteção na primeira relação e apenas 30% quando o parceiro se torna fixo. O preservativo também vem sendo deixado de lado no sexo casual, uma prática cada vez mais frequente quando o que importa é o prazer, aqui e agora.
E o que parecia ser um avanço tem o seu lado cruel. De acordo com especialistas, o fato de o Brasil ter controlado a epidemia de Aids, com programas de distribuição de medicamentos, e de os portadores do vírus terem uma qualidade maior de vida contribui para que os jovens esqueçam o preservativo na carteira ou não façam questão de usá-lo. A gravidez indesejada continua sendo a maior preocupação de pessoas nesta faixa etária, o que se reflete no aumento do uso indiscriminado da pílula do dia seguinte.
Estima-se que 630 mil brasileiros sejam soropositivos, número que deve aumentar com a segunda etapa da campanha nacional, de incentivo ao teste de HIV, sífilis e hepatite B, principalmente para os que não fizeram sexo seguro no Carnaval. A instalação de tendas em locais com maior movimentação facilitará o acesso aos exames. Resta torcer para que a campanha não se resuma na conscientização e que exista, nos órgãos competentes, uma continuação deste trabalho com o acompanhamento total e irrestrito dos que se descobrirem portadores da doença.

Há algumas observações que devemos fazer diante dessa notícia:
1ª) Os adolescentes e jovens precisam valorizar um pouco mais as suas vidas. É inconcebível que se troque alguns minutos de prazer por uma vida inteira de tristeza, desconforto e doença incurável. Ter ou não Aids na maioria dos casos é uma questão de escolha. A vida é um conjunto das escolhas que tomamos. No caso de transformar-se em "soro positivo" também. 
2ª) O SUS está abarrotado de pessoas, que diante da precariedade do atendimento público, vivem a culpar os governantes pelo insucesso nos atendimentos dos hospitais credenciados, e culpam até Deus. São pessoas que passam as suas vidas estravazando-se nos prazeres que só minam a saúde, drogando-se, prostituindo-se, dormindo quase nada, etc. Porque não escolhem praticar o que pode melhorar a saúde e prolongar os seus dias de vida? Para essa gente, o que faz é também uma questão de escolha.
3ª) Dentro do SUS estas pessoas tomam o lugar de pessoas que não escolheram mal o tipo vida que praticam, mas que por um capricho da vida são pessoas com doenças que exigem alto custo para o seu tratamento.
4ª) Como essas pessoas são responsáveis pelas suas escolhas, deveriam arcar com tudo que precisam para prevenir-se e também para fazer o seu tratamento quando estiverem contaminados.
5ª) Baseados na Lei do Amor que a Bíblia nos apresenta como o maior de todos os mandamentos, não podemos ser contra o apoio do governo a elas, mas com algumas restrições, entre elas devemos ser contra essa distribuição tão grande de preservativos. 
6ª) Distribuição de preservativos pelo governo é apoiar e incentivar a prostituição, inclusive desses adolescentes e jovens citados acima, dos quais muitos deles futuramente estarão dentro da estatística dos "soros positivos". Ou o governo irá fornecer preservativos durante a vida inteira aos prostitutos e prostitutas?
7ª) O governo poderia apoiar um pouco mais a Igreja, que através dos ensinos da Palavra de Deus pode ajudar muito na prevenção e promoção da libertação desses males que só crescem no Brasil.
Eis a receita que a Bíblia apresenta: "O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz, e te apegando a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; e para que habites na terra que o Senhor prometeu com juramento a teus pais!" (Prov. 30:19-20)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CUIDADO SEXO FRÁGIL


Sexo frágil e a prevenção da AIDS no carnaval


A campanha de carnaval de 2011 terá como público as mulheres de 15 a 24 anos.  O público feminino foi escolhido porque a infecção entre as mulheres está em constante crescimento. Apesar de haver mais casos da doença nos homens, essa diferença diminui ao longo dos anos. Segundo o Ministério da Saúde - Departamento de DST/Aids, em 1989, a razão de sexos era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.




As mulheres lutaram por seus direitos sexuais, pelo direito de estudar, desenvolver uma carreira profissional e conquistar sua autonomia econômica e pessoal. Mas, quando a questão é amor e sexo, a garota volta no tempo, e ainda se comporta de forma submissa aos desejos do namorado e, presa a mitos e tabus que colocam sua vida em risco, como por exemplo, a virgindade. A virgindade ainda é muito valorizada na mulher. Sabendo disso, muitas garotas acabam cometendo equívocos incríveis para não romper o hímen – fazer sexo anal; prática sexual que quando realizada sem preservativo é a de maior risco de infecção pelo HIV. Na contra mão dos fatos, pesquisas mostram a dificuldade de a garota negociar o uso da camisinha por medo de perder o namorado, de ser julgada "galinha", ou ainda pior: não usar preservativo em nome do amor, acreditando que "quem ama confia". Tais comportamentos fazem da mulher o verdadeiro sexo frágil.

A infecção pelo HIV se dá pelo contato direto com o sangue, o sêmen e as secreções vaginais, e isto pode acontecer no sexo oral, mas principalmente, na relação vaginal e no sexo anal. O ânus e a vagina são órgãos muito vascularizados, revestidos por um tecido delgado chamado de mucosa. Na relação sexual, especialmente durante a penetração, o pênis provoca atrito na vagina ou no ânus, causando micro-fissuras nas paredes das mucosas, aumentando o risco de que o HIV presente no esperma entre na corrente sangüínea.

Outro fator que aumenta a vulnerabilidade da mulher à Aids é a menstruação. Quando a mulher está menstruada, a descamação da parede do útero, o deixa completamente exposto ao HIV. Fazer sexo menstruada é "entregar o ouro para o bandido", pois o vírus atinge a corrente sangüínea sem precisar fazer esforço.

Como se não bastasse tudo isso, o canal vaginal é um órgão interno, o que dificulta à mulher perceber qualquer alteração na vagina. Muitas vezes, ela só descobre que tem uma infecção, ou mesmo uma DST, se consultar um ginecologista, ou quando a doença já está bastante adiantada. Uma infecção agrava ainda mais a fragilidade da parede vaginal, aumentado a vulnerabilidade da mulher à Aids.

Meninas sejam espertas e fiquem fora desta estatística da Aids. Se existe sexo frágil, estes são o sexo anal e o vaginal, quando o assunto é Aids. Portanto, alguns cuidados são fundamentais na sua vida, e especialmente, no carnaval:

- Nunca delegue o cuidado com o seu corpo. O corpo só tem um dono, e este é você. Quando você delega, o outro pode não priorizar os seus interesses.

Uma palavra muito importante para as mulheres é que devem cuidar melhor do seu corpo, porque ele  pertence a quem o criou: DEUS. O apóstolo Paulo diz em I Cor. 6:18-20: "Fugi da prostituição! Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpoOu não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo!" 

Assusta o crescimento da Aids nas mulheres. Em vinte anos basicamente quintuplicou. Um pouco desse resultado desastroso tem como causa a luta pela emancipação feminina. A mulher conseguiu se elevar a patamares nunca sonhados, mas continua sendo vulnerável em muitos aspectos. Ela ainda não conseguiu libertar-se das questões relacionadas com a virgindade e com os perigos da vida sexual ativa em nossos dias.

A mulher continua sendo aquele ser, que quando precisa dizer não, devido aos seus eternos medos acaba cedendo aos desejos e caprichos masculinos e geralmente com final trágico.

A mulher precisa aprender, que independentemente do que pensa e quer  o homem, ela tem o seu valor. Quando Deus criou homem e mulher, o fez conforme a Sua imagem e semelhança. Quando entrou o pecado no mundo, Deus providenciou um plano de salvação  incluindo a mulher.


Jesus Cristo disse que "Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna!" (João3:16). O amor de Deus tem como alvo também a mulher. Deus quer a sua salvação também. Deus quer a sua libertação, inclusive dos seus medos e limitações.


Outra verdade é que não precisa de negociatas, prejudicando-se e destruindo-se, porque a mulher tem o seu valor simplesmente pelo fato de ser mulher. Desfrute deste privilégio! 

Maria Helena Vilela