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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

PERSEGUIÇÃO E CRUELDADE MUÇULMANAS

20 de outubro de 2016


"Meninas Cristãs Servem Apenas para Uma Coisa, Satisfazer os Desejos dos Homens Muçulmanos"


"Meninas Cristãs Servem Apenas para Uma Coisa, Satisfazer os Desejos dos Homens Muçulmanos"

Raymond Ibrahim
A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a "autoridade" sobre as mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem "desobedientes" (4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens — o testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que se assemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.
Qual é afinal a visão do Islã em relação às mulheres que são "infiéis"? Na melhor das hipóteses elas "em primeiro lugar servem para dar prazer aos homens muçulmanos", conforme enfatizou um muçulmano a um grupo de meninas cristãs, ainda bem jovens, no Paquistão antes aterrorizá-las e assassinar uma delas. No Alcorão, (acesse 04:24), as mulheres não muçulmanas capturadas numa jihad podem ser compradas e vendidas como escravas sexuais a homens muçulmanos, conforme tem feito o Estado Islâmico.
Emily Fuentes, diretora de comunicações da Open Doors, uma organização de direitos humanos que defende cristãos perseguidos, salientou:
Lamentavelmente um número cada vez maior de mulheres é alvo de grupos terroristas (muçulmanos). Sabe-se que ocorreram inúmeros incidentes internacionais de mulheres que foram sequestradas, estupradas e forçadas a se converterem do cristianismo ao Islã por grupos extremistas radicais... Muitas também são vendidas no mercado aberto. Essa crueldade não está ocorrendo somente no Oriente Médio, mas também na África e em muitos outros lugares. Em muitos destes países, as mulheres estão sujeitas à perseguição, porque são consideradas cidadãs de segunda classe por causa de seu gênero. Sendo minoria tanto quanto ao gênero quanto à religião, as mulheres cristãs enfrentam dupla perseguição. Não temos um número exato, mas sabemos que milhões de mulheres estão sendo perseguidas... Nestes países dominados pelos muçulmanos, as mulheres cristãs são sistematicamente privadas de sua liberdade de viver e a elas são negadas as necessidades humanas básicas.
As mulheres cristãs estão duplamente condenadas: não são aceitas por serem mulheres e também não como não muçulmanas "infiéis, fica claro a partir daí o porquê delas serem alvo do abuso islâmico.
A esta altura, o tormento das não muçulmanas que estão nas garras do ISIS é bem conhecido. Desde a conquista de Mossul em junho de 2014, o número de meninas não muçulmanas em cativeiro que foram assassinadas pelo califado pode chegar a 250 (principalmente yazidis e cristãs) por se recusarem a serem escravas sexuais. Mais recentemente, 19 meninas yazidi foram colocadas em jaulas de ferro e queimadas vivas na frente de uma multidão de centenas de pessoas, por se recusarem a ter relações sexuais com os jihadistas.
De acordo com um relatório que apareceu um dia depois que a Open Doors destacou a situação das mulheres não muçulmanas:
As mulheres religiosas pertencentes às minorias controladas pelo Estado Islâmico são frequentemente vendidas repetidamente de um jihadista a outro. Quando os militantes se cansam de estuprar e abusar de uma determinada menina, eles normalmente a vendem a um dos seus grupos filiados para que eles possam estuprar e abusar dela ao seu bel prazer.
Uma menina yazidi explicou como
"ela foi comprada e vendida por oito jihadistas diferentes... Fomos colocadas em exibição (em mercados de escravas sexuais). Homens chegavam e ficavam olhando para nós como se fossemos mercadoria. Era como se fosse um showroom de automóveis... As mulheres eram compradas por dinheiro vivo — apenas $20 ou então trocadas por objetos como telefones celulares ou oferecidas como presente".
Ela foi estuprada pelo menos três vezes por dia por mais de 16 meses por inúmeros combatentes do ISIS, foi forçada a tomar anticoncepcionais e drogas para induzir o aborto, ela tentou repetidamente cometer suicídio para escapar do abuso. Sua história é o padrão e foi contada por muitas meninas não muçulmanas que conseguiram fugir.
Outros relatos recentes falam de "uma menina de 8 anos de idade que também foi comprada, vendida e estuprada por oito militantes diferentes em um espaço de 10 meses", de outra "escrava sexual que ateou fogo em si própria para evitar ser estuprada", de um casal que, depois que seus filhos foram raptados pelos ISIS, atendeu à porta e se deparou com um saco plástico contendo as partes dos corpos das suas filhas e um vídeo delas sendo torturadas e estupradas e de mulheres cristãs e alauitas sendo estupradas e massacradas pelos jihadistas do ISIS que invadiram seu vilarejo.
No entanto esse tipo de abuso islâmico de mulheres não se limita a grupos como ISIS ou Boko Haram — organização radicada na Nigéria que também se define em termos exclusivamente islâmicos, é notória por sequestrar, escravizar, estuprar e assassinar meninas cristãs. Aproximadamente 700 meninas cristãs e 300 hindus são raptadas, escravizadas e estupradas no Paquistão a cada ano. São números extremamente altos, considerando-se que os cristãos e hindus compõem cada um apenas 1% da população de maioria muçulmana do país.
Apenas quatro dias depois da Open Doors denunciar o sofrimento das mulheres cristãs, dois homens muçulmanos no Paquistão invadiram a casa de uma mulher cristã enquanto o marido servia o exército. Eles a amarraram e abusaram dela em um estupro coletivo ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. De acordo com a mulher de 30 anos:
"Os homens me trataram como se eu fosse um animal, dizendo que eu era uma cristã inútil... Disseram que todas as mulheres cristãs são prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu contasse a alguém o que tinha acontecido".
Por ela ser mulher e infiel em uma nação de maioria muçulmana, a polícia e a lei nada fizeram por ela. Naquela semana, mais cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores.
Há inúmeros exemplos de estupro e, por vezes, assassinatos de meninas cristãs — e às vezes de meninos cristãos — no Paquistão. Depois que uma menina cristã de 9 anos foi estuprada por um muçulmano, ele se gabava de ter "feito a mesma coisa com outras meninas cristãs", segundo explicaram os moradores locais:
"Esse tipo de incidente ocorre com frequência. Meninas cristãs são consideradas bens a serem arruinados ao bel prazer. Abusar delas é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade (muçulmana) não é sequer crime. Os muçulmanos as consideram espólio de guerra."
Uma situação semelhante acontece no Egito. Em julho de 2012 o congressista americano Chris Smith testemunhou acerca da "escalada de sequestros, conversões e casamentos forçados de mulheres e meninas cristãs coptas. Elas estão sendo aterrorizadas e, consequentemente, marginalizadas".
O já falecido e muitas vezes diplomático Papa Copta Shenouda III, líder da comunidade cristã do Egito, ressaltou essa tendência já em 1976: "há uma prática de converter meninas coptas para que abracem o Islã e casem com muçulmanos sob ameaças terroristas". Somente entre 2008 e 2013, foram documentados no Egito cerca de 600 casos de sequestro, estupro e conversão forçada de mulheres cristãs. Desde então a situação só piorou, conforme mostra o título de um relatório de 2012: "Salto Dramático no Número de Sequestros e Conversões Forçadas de Mulheres Cristãs Coptas no Egito".
De um lado as jovens são visadas sexualmente, de outro, as mais velhas, são humilhadas sexualmente. Em 20 de maio, no Egito, foram arrancadas as roupas de uma cristã de 70 anos, ela ficou completamente nua, cuspiram nela, desfilaram com ela pelas ruas de Minya sob vaias, assobios e gritos de "Allahu Akbar" ("Deus é Grande") de uma furiosa multidão muçulmana.
Dois dias antes da publicação do relatório da Open Doors, muçulmanos em Uganda espancaram e estupraram uma cristã de 22 anos porque ela acusou o dirigente de uma mesquita de assassinar seu pai em virtude de uma discussão religiosa. No mês anterior, a filha de 13 anos de uma mulher que deixou o Islã e se converteu ao cristianismo, foi estuprada por muçulmanos locais que lhe disseram: "este é o segundo aviso a sua mãe por desonrar a fé dos muçulmanos".
Vale a pena lembrar que mesmo na Europa, são as mulheres autóctones que mais sofrem com o fluxo de migrantes muçulmanos. O número de ataques sexuais e estupros, exponencialmente mais altos, está sendo cometido na mesma linha da lógica usada pelo Estado Islâmico ou no Paquistão. Nas palavras de um migrante muçulmano que se encontra na Alemanha que perseguiu, amaldiçoou e acariciou impositivamente uma mulher: "as mulheres alemãs estão aí para o sexo."
Uma importante observação final: apesar das mulheres não muçulmanas serem mais visadas do que os homens não muçulmanos para fins sexuais, isso não significa que eles são menos visados do que as mulheres quando se trata de perseguição muçulmana não ligada ao sexo, como por exemplo nos casos de ataques contra "blasfemos" e "apóstatas". Cavalheirismo é um conceito bizarro para o Islã, quando se trata de aterrorizar e colocar os infiéis em seu devido lugar, a religião de Maomé é estritamente igualitária. No Paquistão, por exemplo, o caso mais notório de blasfêmia envolve a cristã Asia Bibi, que está no xilindró, no corredor da morte, desde 2009, além de um casal cristão acusado de profanar um livro do Alcorão, tanto o marido quanto a esposa foram queimados vivos. Os relatos mais recentes que vieram à tona no mesmo período em que a Open Doors destacou a situação das mulheres cristãs são os seguintes:
•             Indonésia: no que foi descrito como "o uso sem precedentes da Lei Islâmica (Sharia) contra um não muçulmano", uma mulher cristã de 60 anos de idade foi açoitada publicamente com uma vara 30 vezes por vender bebida alcoólica.
•             Estado Islâmico: uma mulher cristã foi executada por militantes islâmicos por se recusar a negar sua fé em Cristo. O ISIS também ameaçou um grupo de freiras dominicanas, exigindo que elas se convertessem ao Islã ou pagassem a jizya, tributo (baseado no Alcorão 09:29). "As irmãs idosas fugiram e começaram a sofrer ataques cardíacos e insuficiências cardíacas em virtude do stress do êxodo em massa. Nos últimos 18 meses, 23 morreram, às vezes até três mortes por semana. Elas morreram de desgosto, ressaltou a Irmã Huda."
•             Uganda: um homem muçulmano estrangulou a esposa até a morte por ela ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo. Outro muçulmano espancou e ameaçou matar a esposa enquanto gritava "Allahu Akbar" também por ela ter se convertido ao cristianismo.
É muito difícil se ouvir o contrário, uma mulher muçulmana matar o marido por causa de apostasia, isso devido à falta de autoridade que as mulheres têm no mundo muçulmano.
Você não iria querer ser uma mulher no Islã.Raymond Ibrahim é o autor de Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (publicado pela Editora Regnery juntamente com o Gatestone Institute, abril de 2013).
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: "Christian Girls are only Meant for One Thing, the Pleasure of Muslim Men"
Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

PERSEGUIÇÃO MUÇULMANA AOS CRISTÃOS NA SÍRIA

Guerra na Síria resulta na conversão de milhares de muçulmanos a Jesus

Em meio à tristeza pelos mortos, a esperança na vida eterna se fortalece
27/08/2013 - 0:00 - Atualizado em 27/08/2013 
Nos últimos meses a guerra civil na Síria matou mais de cem mil pessoas desde seu início, em março de 2011. Também fez com que quase dois milhões fugissem do país, refugiando-se nos países vizinhos. Algumas agências humanitárias acreditam que o uso de armas químicas na semana passada pode ser um divisor de águas. As Nações Unidas interveem e põem um fim ao conflito ou o número de refugiados sairá de controle.
Em média, cerca de 3000 refugiados saem diariamente pelas fronteiras da Síria. Entre as agências de socorro, existem ministérios cristãos que estão trabalhando para aliviar o sofrimento dos sírios. A rede cristã CBN visitou o trabalho no Vale de Bekaa, no Líbano, onde se concentra a ONG evangélica “Coração pelo Líbano”. Ali existe uma liberdade religiosa impensável para os que fugiram para o também vizinho Iraque.
Embora o foco sempre foi a evangelização de libaneses muçulmanos, nos últimos 18 meses eles se voltaram inteiramente para anunciar a esperança cristã para os sírios. Citada na Bíblia como um dos inimigos de Israel, hoje os seguidores de Jesus são menos de 10% dos 22 milhões de habitantes da Síria. Ela figura entre os 10 países que mais perseguem os cristãos no Oriente Médio, segundo a avaliação anual do ministério Portas Abertas.
A ONU relata que 650 mil refugiados sírios vivem hoje no Líbano. Isso significa que uma em cada seis pessoas no país é um refugiado sírio. Obviamente, isso causa imensos problemas sociais. Se não fosse a intervenção de organizações como a “Coração pelo Líbano”, eles já teriam morrido de fome ou sede. Alguns chegaram lá apenas com a roupa do corpo. Na Jordânia eles são 515 mil, número que equivale a quase 10% da população.
Esta é a pior crise humanitária no mundo de hoje. Ninguém sabe quanto tempo a guerra ainda irá demorar e todos os refugiados querem voltar para casa e saber notícias dos seus familiares e amigos que ficaram para trás.
Em meio à tristeza pelos milhares de mortos e feridos, a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual. Os muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. São muitos os testemunhos de conversões.
Fátima é uma menina tímida de dez anos de idade. Atualmente vive em uma barraca com as duas esposas de seu pai, e os 15 membros de sua família. Nawal, missionário da Coração pelo Líbano explica: “Fátima ganhou mais confiança. Ela fala com seus amigos e professores com mais facilidade e sabe que Deus a ama incondicionalmente. Sua fé em Deus ajudou-a a confiar em suas próprias habilidades e a ajudou a superar as adversidades”.
Mohssen, de seis anos, é um dos estudantes que recebem alimentos doados pelos missionários. Além de aprender a ler e escrever, também ouve diariamente histórias bíblicas. Sua mãe diz que ele mudou muito.
Esses são apenas alguns exemplos dentre as crianças sírias que têm aprendido músicas, jogos e ouvido lições bíblicas. As famílias atendidas pelos missionários são gratas pela alimentação recebida, mas os adultos são mais resistentes ao ouvir falar de outra religião além do islamismo.
Mesmo assim, mais de 25 mil Bíblias e 15 mil Novos Testamentos foram distribuídos aos interessados este ano, divulgou a Christian Aid, outra missão cristã que trabalha junto aos refugiados. Além disso, todos têm aceitado as orações feitas em nome de Jesus, que para os muçulmanos é um importante profeta. Esse tipo de trabalho seria impossível na Síria em outros tempos. Uma das maiores preocupações é discipular os milhares de novos convertidos para que eles se mantenham firmes após voltarem para casa com o fim da guerra.
Contudo, a longa duração do conflito tem deixado as missões preocupadas. Muitas delas estão no limite, já tendo investido todo o dinheiro que dispunham. Por outro lado, cada vez mais surgem refugiados cristãos, que contam como foram obrigados a deixar o país.
Conforme revela um pastor sírio: “Sendo cristãos ouvimos abertamente que não há mais lugar para nós, e somos atacados por ambos os lados (governo e rebeldes). Sentimos muito medo”.
Semelhantemente ao que ocorre no Egito, durante a guerra entre os que apoiam e os que se opõe ao governo, o país se tornou uma terra sem lei, o que motiva os extremistas islâmicos a perseguir matar cristãos indiscriminadamente. 
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/guerra-siria-conversao-muculmanos/  com informações de CBN, CS Monitor, JNS e Christian AID.